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Já
não sei mais o que esperar
Sua
face, seus olhos, seus lábios...
Cada
vez se encontram mais distantes
Sem
perspectivas...
Talvez,
deva desistir de encontrá-lo
Talvez,
deva gritar por todos os cantos
Dizer
que o amo...
Acreditar
no amor?
Duendes,
fadas, gnomos...
Amar,
procurar o par, onde apenas atinjo o ímpar
Encontrá-lo,
pronto para viver um grande amor...
Utopias,
utopias...
Medo,
de encontrá-lo, de perdê-lo...
Já o
perdi tantas vezes,
Mas
nunca o encontrei realmente...
Se
ao menos soubesse o seu nome.
Deixar
de pensar em você...
Era
tudo o que eu mais queria
Mas
a chama que se encontra em meu peito
Insiste
em clamar sua presença,
Sente
sua ausência,
Sente
dor...
Vinhos,
Bebidas
destiladas das mais variadas,
Leais
companheiras, com as quais,
essa
dor é momentaneamente cicatrizada.
Mesmo
elas não são capazes de extirpar essa
dor
Apenas
paliativas...
Confuso
então, imagino seus olhos,
Seu
olhar penetrante arrebata meu peito,
Busco
então a sua face,
Mas
a mesma se dilui novamente,
Juntamente
com as minhas esperanças de encontrá-la.
(Autor
Desconhecido)
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