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Não há um dia na vida terrestre que não
seja registrada uma dor, um sofrimento,
na trajetória de muitos dos filhos de Deus...
E cada um deles acha que a sua dor é maior
do que a do outro, pois ninguém está na
pele de ninguém e muito menos dentro do seu mais profundo ser.
É costume achar que a dor maior é da mãe
que perde um filho, ou que tem um filho
perdido pelos caminhos errantes do mundo,
ou daquela que tem um filho que vegeta no
leito de um quarto triste e limitado.
Mas a dor, meus irmãos, não é dosada de acordo com a idade,
com o grande parentesco,
nem com a posição social de cada filho.
A dor simplesmente tem o tamanho que
cada um de nós dá a ela quando a mesma
adentra por nossa porta.
Ela pode chegar com uma aparência enorme,
poderosa e arrebatadora, mas se estivermos
preparados espiritualmente para recebê-la,
ela se tornará humilde e pequena.
E nos será até possível torná-la uma
companheira de muita ajuda porque, na verdade,
esse é o seu objetivo. Ela vem para nos auxiliar
na busca da felicidade, pois não há caminhos sem pedras.
Deus sabe que se não sentirmos o peso
das nossas fraquezas, jamais encontraremos
tempo para refletir, para ponderar, agradecer
ou ajudar o irmão que também sofre.
Não encontraremos tempo para analisar e distinguir
o certo do errado, o bem do mal,
e jamais saberemos o que é realmente bom
para nós e para a humanidade.
Por isso, é preciso o quanto antes,
preparar o seu coração e a sua mente
para aceitar e entender o porquê das
dores que afligem o mundo. Ao invés de
chorar junto àquela mãe que hoje sofre,
estenda-lhe a mão, dirija-lhe uma palavra
de conforto e esclarecimento ou se a distância
impedir, vibre por ela e por todas as outras criaturas,
pedindo ao Pai e aos anjos guardiões que
espalhem uma onda de energia e sabedoria
sobre elas. Peça que se fortaleçam e
despertem para a verdadeira razão
de viver. E aprendam a agradecer pelas
chagas como prova do seu entendimento
e como promessa de não se deixarem esmorecer,
nem de se revoltarem contra o Criador.
Que todos possam se unir na tempestade,
assim como na bonança, pois o barco
é um só. E chama-se planeta Terra.
(Irmão Jonas)
psicografia enviada pela amiga Fanny
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